Dez exemplos, de quem vende e de quem presta serviço, montados do jeito que a gente recomenda: em cima o botão que traz o cliente, depois os que tiram dúvida e mostram o trabalho.
Com a mensagem já escrita. O cliente clica e só aperta enviar, no aplicativo que ele usa.
Um botão para o cliente entrar no seu grupo de ofertas ou seguir o seu canal, no WhatsApp ou no Telegram.
Instagram, Facebook, TikTok, YouTube, X, LinkedIn, Telegram, site, telefone, e-mail e o Google Maps da sua porta.
Uma página onde o cliente deixa nome, WhatsApp e e-mail — e você exporta em planilha.
O cliente copia a chave sem pedir, e sem errar a digitação.
A página mostra sozinha se você está aberto agora, no fuso da sua cidade.
Para quem tem porta na rua: o endereço na página e um botão que abre o mapa.
Para colar na vitrine, no balcão ou no verso do cartão.
Quantas pessoas clicaram, em qual botão e de onde vieram.
Em vez de “Atendimento comercial”, escreva “Fazer meu pedido”. Em vez de “Serviços”, escreva “Pedir orçamento”. O botão tem que ser o desejo da pessoa.
Escreva na voz de quem vai enviar: “Oi! Quero comprar”, e não “Olá, seja bem-vindo”. Quem aperta enviar é ele.
Coloque em cima o botão que traz o cliente: o pedido, o horário ou o orçamento. Cardápio, Instagram e endereço vêm depois — eles ajudam, mas não pagam a conta.